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Planeta Tsetse

Em busca da galáxia perdida.

Em busca da galáxia perdida.

Planeta Tsetse

19
Fev08

Trocas e baldrocas

tsetse
Quem passeia pelo ciberespaço desde os seus primórdios - que é o meu caso, que ando nesta vida há 14 anos - está habituado a ver um "sublinhado" nos links. Esta era a forma convencionada para distinguir o texto normal do hypertexto. À medida que se foi aumentando a componente gráfica e melhorando (ou complicando) o aspecto gráfico, começamos a ver sites que não usavam o "sublinhado" para distinguir os links, mas uma cor diferente. Com o tempo, fomos nos habituando a esta "modernice" que fugia à norma. Agora, para grande espanto meu, começámos a ver o contrário: por exemplo, em navegações, a página onde estamos é assinalada pelo "sublinhado" e as outras por texto normal.

Oh meus amigos! As regras existem para facilitar a navegação e a interacção dos utilizadores. A irreverência é muito bonita em sites artísticos e concepcionais. Agora, se querem que os utilizadores usem os vossos serviços com frequência, ajudem!

"Ah, pois, já me tinha esquecido, neste site é tudo ao contrário, o link não é link e o texto é link".

Não há pachorra!
18
Fev08

Plágios

tsetse
Ultimamente, encontrei dois textos escritos por mim noutros blogs, sem referência ao original, como se tivessem sido escritos pelas autoras desses blogs. Decidi usar o Copyscape para procurar mais plágios e encontrei um:
http://espacodaraquel.blogs.sapo.pt/4608.html

Não tenho nada contra as pessoas que colocam os meus textos nos seus blogs e não pretendo que paguem direitos de autor, mas há que ter o mínimo de consideração e colocar, pelo menos, um link para o post original.
01
Fev08

10 coisas para animar

tsetse

Para quem está deprimido ou simplesmente desmotivado, aqui ficam 10 dicas para melhorar o humor:

1. Planear umas saídas
Pegue num jornal ou na Time Out e veja o que há de interessante para fazer na sua área. Escolha o que mais lhe agrada e aponte no calendário. Depois, convide alguém ou vá sozinho - quem sabe não acaba também por conhecer alguém.

2. Expressar a criatividade
Não tem que criar uma obra de arte. Basta fazer coisas que o façam sentir bem. Ideias: pintar; fotografar; escrever poemas; compor uma música; fazer arranjos de flores; etc.

3. Andar ao ar livre
O ar puro faz maravilhas ao corpo e à alma. Exemplos de coisas para fazer: ir passear na margem de um rio; andar de bicicleta; arranjar o jardim ou o terraço (para quem os tem); ou fotografar a natureza.

4. Música
Cantem, dancem ou toquem as vossas músicas preferidas. Não precisa de ser em frente a ninguém. A ideia é estar descontraído e deixar-se levar pelas músicas que o animam.

5. Levar um cão a passear
Se não tem um, ofereça-se para levar o do vizinho ou do amigo. Muito divertido e sempre aproveita para andar ao ar livre.

6. Voluntariado
Sempre ajuda alguém e ainda tem a vantagem de o fazer sentir-se realizado e útil. Se não sabe o que pode fazer, consulte aqui.

7. Variar
Por exemplo, altere a decoração da sua casa. Pode deitar fora tudo o que tem a mais ou mudar a disposição dos móveis. Sempre varia e pode criar um ambiente mais agradável. Com sorte, fica também motivado para mudar outras coisas na sua vida.

8. Planear uma festa
Não precisa de um motivo convencional.  Pode escolher fazer uma festa temática, apresentar uma nova receita ou jogar um jogo.

9. Relaxar
Invista numa massagem, numa ida a um SPA ou simplesmente num banho de imersão. O que interessa é que tenha momentos de qualidade e que o relaxem.

10. Conviver
Telefone a um amigo que já não veja há muito tempo, convide os vizinhos para um lanche, combine um jantar com os antigos colegas de trabalho ou procure novos amigos. Não há nada como conversar com pessoas interessantes, para nos animar.


20
Set07

Experimentámos!

tsetse
Comecei a escreve noutro blog, mais uma vez com mais autoras. Desta vez, vou escrever sobre experiências: restaurantes onde comi e suas iguarias, pousadas e hotéis onde estive alojada, sítios que visitei, etc.

O meu primeiro artigo é sobre uns Coulant de Chocolate fantásticos que encomendei para servir em casa.

O blog chama-se Experimentámos! e está categorizado, através de tags, por tema e local. Assim, sempre que quiserem fazer algo diferente, por exemplo no Alentejo, podem consultar a tag Alentejo.

Espero que seja útil. Eu já estou a achar muita graça e vou passar a ver tudo com uns olhos mais atentos e um paladar mais apurado. O que é sempre positivo.

Nota:
A plataforma escolhida é outra vez o SAPO Blogs, pois continuo a achar que é, em termos de funcionalidades, a melhor plataforma e que, por se inserir numa comunidade portuguesa, potencia mais visitas e trocas de ideias.
17
Set07

Mais diferenças Norte / Sul

tsetse
Desde que vim morar para Lisboa, descobri que durante anos cometi erros fonético sem o saber. Dizia "cumo" em vez de "como" (principalmente quando o usava como conjunção causal); "máior" em vez de "maior"; não acentuava a primeira pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo e dizia "ontem jantamos" em vez de "ontem jantámos", etc. Também descobri que usava expressões com pouca lógica como "casa de banho" em vez de "quarto de banho", quando me referia a uma divisão interior.

No entanto, também descobri erros fonéticos e expressões com menos lógica cá na capital. Dizem "Felipe" em vez de "Filipe" (embora escrevam com i); dizem "chapéu de chuva" em vez de "guarda-chuva" (enquanto nós chamamos chapéu de chuva ao chapéu impermeável que se coloca na cabeça); não distinguem "cadeado" de "aloquete", resumindo as duas coisas como cadeado e chega; etc.

Ou seja, há erros de ambas a partes.

No entanto, há uma diferença: se forem ao Porto e disseram "quarto de banho", toda a gente sabe o que é. Se em Lisboa disseram "casa de banho", olham para vocês como se fossem uns doidos disléxicos, que a qualquer momento se podem transformar num perigo à segurança pública. Sim, porque, para a maioria dos lisboetas, as pessoas do Porto são uns vândalos, que batem sem perguntar porquê e insultam só porque sim. Eu, que já vivi nos dois lados, até tenho uma opinião contrária e acho as pessoas do Porto muito mais educadas. Mas isso será assunto para outro post.

Update:
É oficial! Estou senil e vendida aos mouros. Confundi tudo! O que eu dizia quando cá cheguei era "quarto de banho" e isso é que assustava os locais. Afinal, até nessa expressão as pessoas do Norte são mais exactas...
11
Ago07

Protestos e resmunguices do dia

tsetse
Sinto-me um pouco velha ao dizer isto, mas a verdade é que há certas expressões que se ouvem hoje em dia que me fazem muita confusão. No topo da lista está a expressão "bué da nice", que, por muito revivalista que possa ser, entra como espinhos nos meus ouvidos. Outros na lista do "até doi" são: "ya", "curto bué", "isso é muito fixe", "o povo que lá estava" (ou, pior, "o people que lá estava"), mais as palavras preguiçosamente alteradas, como "o tefone", "o pograma da runião", etc. Para mal dos meus pecados, trabalho num open space que, para além de outros inconvenientes, está populado por pessoas que gostam de falar neste tipo de dialecto e que, ainda por cima, não sabem falar baixo. Sendo assim, ouço estes atentados à nossa língua do início ao fim do dia. Como se isto já não fosse suficientemente mau, eu sou daquele tipo de pessoas que apanha todas as expressões que ouve e começa inconscientemente a repeti-las. Por isso, tenho que fazer um esforço enorme para não me transformar na nova pimba linguística cá do sítio.

Já agora, que estou aqui a queixar-me, e para não ter que escrever muitos mais posts como este, aproveito para fazer mais uns protestos. Com sorte, alguns dos meus colegas passam por aqui e pode ser que se sintam sensibilizados com a minha causa:
Tenho vários colegas que, em vez de andarem, arrastam os pés. Em vez de ter a chatice de levantar as suas pobres perninhas, preferem incomodar o resto dos colegas com o seu barulho do deslizar. Há também aquelas colegas que não devem ter tempo para trocar as capas dos seus sapatos e cavalgam sala dentro, como se não houvesse amanhã. Depois, temos o crème de la crème: a nova moda dos toques de telemóveis com músicas fantásticas. Quando mais do que um toca ao mesmo tempo, parece que estou no meio da feira. Só faltam os carrinhos de choque!

Depois disto tudo, ainda esperam que eu esteja com atenção e que seja produtiva, quando metade do tempo estou a tentar não me rir com o que se passa à minha volta... (Quer dizer, metade não será, pois eu tenho uma grande capacidade de fixação no computador. Um defeito que até se tem mostrado bastante útil para sobreviver nesta confusão.)
03
Ago07

O mistério das notas de 20

tsetse
Nos últimos tempos, aconteceu-me quatros vezes o seguintes: dou uma nota de 20€ para pagar uma conta pequena e dão-me o troco como se eu tivesse entregue 10€. Nada de mais, se não estivesse a acontecer com tanta frequência e seguindo sempre o mesmo padrão. Claro que os indivíduos (no meu caso, dois taxistas portugueses e dois empregados de hotelaria brasileiros) dizem sempre que estavam distraídos e eu não tenho como provar o contrário. De qualquer forma, ando agora mais atenta. (Nem quero imaginar a quantidade de vezes que devo ter sido enganada no passado...)
11
Jun07

Privacidade

tsetse
Ultimamente, tenho ouvido várias histórias que começam por:
- "depois de ela ver os registos telefónicos dele, percebeu que",
- "enquanto ele lia os sms da mulher, viu que",
- "ela viu na caixa de e-mails da outra que" ou
- "ela leu o histórico do mensageiro do noivo e descobriu que",
acompanhadas de continuações muito inflamadas sobre a pouca vergonha dos terceiros.

Há, no entanto, nestas histórias duas questões que me incomodam:

1. Ninguém questiona a forma como esta informação é obtida?
Se, há alguns anos atrás, ouvíssemos uma história sobre alguém que leu a correspondência de outra, o juízo de valores não iria para o conteúdo da mesma, mas para o absurdo da situação. A verdade é que havia uma noção muito mais rígida sobre privacidade e indignação pela quebra da mesma.

2. Ninguém se interroga sobre o contexto?
Na actualidade, é usual encontrar pessoas que criam personagens online, que escrevem coisas como quem escreve um romance. A maior parte das vezes são coisas inofensivas.
Além disso, qualquer brincadeira mais tonta pode parecer grave quando lida mais tarde, fora do contexto. Antigamente, se não houvessem escutas (e raramente haviam), essas palermices ficavam enterradas. Hoje, podem ficar guardadas em qualquer histórico.


Por estas e por outras, aqui ficam alguns conselhos:

1. Nunca guardem as vossas passwords no browser de outra pessoa. É muito fácil consultar a mesma.

2. Nunca emprestem (nem entreguem para manutenção) o vosso computador com as passwords guardadas. Abram o browser e o mensageiro e apaguem todas as passwords que tenham gravado até aí.

3. Nunca deixem alguém em quem não confiam ficar um minuto a usar o vosso computador sem vocês ao lado. Um minuto é quanto basta para ela ver a vossa password.

4. Não guardem históricos das vossas conversas por mensageiros (Gmail incluído). Temos tendência a dizer mais disparates quando falamos em tempo real, do que quando escrevemos uma carta.

5. Não deixem o vosso telemóvel com outras pessoas, se este não estiver protegido por um código.

6. Nunca partam do princípio que os outros têm o mesmo respeito que vocês têm pela privacidade alheia. A honra está fora de moda.
27
Mai07

Super Bock Super Rock 2007

tsetse
Tal como no ano passado, há um dia que me agrada especialmente:

05 de Julho de 2007

17h00 - 17h20   Anselmo Ralph
17h35 - 17h55   Micro Audio Waves
18h10 - 18h50   X-Wife
19h05 - 19h50   The Gossip
20h10 - 21h00   TV On The Radio
21h20 - 22h35   Scissor Sisters
23h05 - 00h25   Interpol
00h45 - 02h00   Underworld

Para mais informação (nomeadamente sobre os outros dias), consultem o site da Música no Coração.

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