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Planeta Tsetse

Em busca da galáxia perdida.

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Planeta Tsetse

24
Abr08

As vantagens de viver em Lisboa

tsetse

Estou sempre a listar as vantagens de viver no Porto, mas isso não quer dizer que eu não veja vantagens em morar em Lisboa. Não, não vivo aqui só porque trabalho aqui.

Uma das razões porque vim viver para cá foi profissional, mas não foi a única. Posso listar outras: poder experimentar viver numa cidade diferente, viver perto do glorioso (ok, confesso, esta razão inventei-a agora, mas não está nada mal pensada) e, finalmente, viver numa cidade com maior oferta cultural e de entretenimento.

Quando vivia no Porto, também frequentava festas, concertos, jogos e outros espectáculos, mas a verdade é que tinha menos escolha.

Lembro-me de ter vindo uma vez de propósito a Lisboa para ver o Estoril Open. Agora, é mais fácil ver bom ténis. Sendo assim, aproveitei e passei o último fim-de-semana a ver ao vivo o meu desporto favorito.

Correu tudo muito bem (eu ia toda artilhada para a chuva, mas praticamente não choveu durante os jogos), a companhia foi óptima, o almoço divinal e os jogos bons, como eu esperava. Só tive pena que o Davydenko tivesse desistido e diminuído assim o tempo da final, mas não se pode ter tudo.

LisboaIMG_7804.JPG

 

 

 

 

17
Set07

Mais diferenças Norte / Sul

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Desde que vim morar para Lisboa, descobri que durante anos cometi erros fonético sem o saber. Dizia "cumo" em vez de "como" (principalmente quando o usava como conjunção causal); "máior" em vez de "maior"; não acentuava a primeira pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo e dizia "ontem jantamos" em vez de "ontem jantámos", etc. Também descobri que usava expressões com pouca lógica como "casa de banho" em vez de "quarto de banho", quando me referia a uma divisão interior.

No entanto, também descobri erros fonéticos e expressões com menos lógica cá na capital. Dizem "Felipe" em vez de "Filipe" (embora escrevam com i); dizem "chapéu de chuva" em vez de "guarda-chuva" (enquanto nós chamamos chapéu de chuva ao chapéu impermeável que se coloca na cabeça); não distinguem "cadeado" de "aloquete", resumindo as duas coisas como cadeado e chega; etc.

Ou seja, há erros de ambas a partes.

No entanto, há uma diferença: se forem ao Porto e disseram "quarto de banho", toda a gente sabe o que é. Se em Lisboa disseram "casa de banho", olham para vocês como se fossem uns doidos disléxicos, que a qualquer momento se podem transformar num perigo à segurança pública. Sim, porque, para a maioria dos lisboetas, as pessoas do Porto são uns vândalos, que batem sem perguntar porquê e insultam só porque sim. Eu, que já vivi nos dois lados, até tenho uma opinião contrária e acho as pessoas do Porto muito mais educadas. Mas isso será assunto para outro post.

Update:
É oficial! Estou senil e vendida aos mouros. Confundi tudo! O que eu dizia quando cá cheguei era "quarto de banho" e isso é que assustava os locais. Afinal, até nessa expressão as pessoas do Norte são mais exactas...
10
Fev07

Quando o design é mais importante que a usabilidade

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Hoje, enquanto esperava pelo comboio para vir para o Porto, fui mais uma vez deparada com o seguinte problema:

A plataforma da estação do oriente tem uma cobertura inclinada (muito bonita, note-se) que não protege os utilizadores da chuva. Andei, sem guarda-chuva e debaixo de chuva, de um lado para o outro, entre a linha 1 e a linha 2, a procurar 1 metro quadrado onde não chovesse, mas este não existe.

Quem desenhou isto, nem sequer pensou em como a estação ia ser usada. Estou mesmo a imaginar... "Utentes? Ah, isto vai ser utilizado? Não é só para ficar bonito?"

13
Nov06

Elevador de Santa Justa de novo ligado ao Largo do Carmo

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Este Sábado, enquanto passeava pelo Chiado e arredores, passei pelo Largo do Carmo e tive uma agradável surpresa: já é possível passar do largo para o Elevador de Santa Justa.

Como só vivo em Lisboa há seis anos, nunca tive oportunidade de ver esta ligação. Por isso, aproveitei e tirei umas fotos:

 

 

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